segunda-feira, 10 de março de 2025

Cracóvia

 

Rynek Glowny, Stare Miasto (Praça Principal, Cidade Velha), primeira incursão noturna. Os frágeis flocos de neve derretidos no chão ampliaram os efeitos luminosos das fachadas.


A maior praça medieval da Europa.


Mercado dos Tecidos.


Cracóvia foi um movimentado centro comercial, devido à localização geográfica e à produção de sal.



Café Noworolski, Praça Principal. Frequentado por Lenin, ocupado pela elite nazi, nacionalizado durante o período comunista e devolvido à família em 1991. 

Interior do Noworolski. Um local para apreciar o ambiente e esquecer a carteira.


Florianska, o Caminho Real.


Pátio do Colégio Maius, Universidade Jaguelónica.


À entrada do pátio, Nicolau Copérnico.


Catedral Wawel e Castelo Real. Cracóvia foi a capital da Polónia em vários períodos da História Medieval e Moderna.

No subterrâneo da Catedral, panteão de monarcas e da elite militar e intelectual do país, uma cópia do túmulo de Frederico Chopin. O compositor está sepultado no cemitério parisiense Père Lachaise.


Nas margens do rio Vístula a partir do pátio do Castelo Real.


Kazimierz, o animado bairro judeu de Cracóvia.


Dawno Temu Na Kazimierzu (Era uma vez Kazimierz), um restaurante que remete para o ambiente anterior a 1939.

Porta de entrada.


Restaurante Ariel, Szeroka.


Uma referência a Portugal numa livraria judaica.


Plac Nowy (Praça Nova) numa galeria fotográfica.


Plac Nowy ao anoitecer. Ao centro, a "Catedral da Zapienkanka" (a pizza polaca) e uma Feira da Ladra.


Passagem de Schindler. Espaço residencial e artístico.


Fábrica de Esmalte de Oskar Schindler, bairro Podgórze, o gueto judeu durante a ocupação nazi. A história do industrial alemão/checo dos Sudetas foi divulgada no filme de Spielberg.


Liam Nelson (Oskar Schindler) e Ben Kingsley (Itzak Stern), em “A Lista de Schindler”, 1993, EUA.


Evocação dos 1.200 judeus salvos por Schindler.


Praça dos Heróis do Gueto. Daqui os judeus eram deportados para o Campo de Concentração de Auschwitz-Birkenau. A instalação contemporânea simboliza os bens deixados para trás e presta homenagem às vítimas do Holocausto.


Num canto da praça, Apteka Pod Orlem (Farmácia da Águia), o Museu de Memória Nacional que recorda a ação humanitária do farmacêutico Tadeusz Pankiewicz durante a ocupação nazi.


Vestígios do Gueto de Cracóvia.


Igreja S. José.


Casario nas margens do rio Vístula.


Castelo Real e Catedral Wawel vistos de Podgórze.


Hotel Forum, ícone do Brutalismo comunista polaco. Funcionou entre 1989-2002. No momento, está abandonado e com futuro incerto.


Um sinal de trânsito peculiar: Uwaga na jeze (Atenção aos ouriços!).


Ponte pedonal Padre Bernatek entre Podgórze e Kazamierz.


Esta palavra perseguiu-me mentalmente durante as caminhadas pela cidade. Quem tem mais de 50 anos lembra-se dos programas de animação do Vasco Granja, em que levávamos com doses maciças de curtas checas, húngaras e polacas para, nos últimos minutos, sermos recompensados com a “Pantera Cor-de-Rosa”. Desse tempo distante ficou “Koniec” … Fim.